quinta-feira, 1 de junho de 2017

Sonnet - Silence - Thomas Hood

       



Sonnet - Silence - Thomas Hood


There is a silence where hath been no sound,
There is a silence where no sound may be,
In the cold grave—under the deep deep sea,
Or in the wide desert where no life is found,
Which hath been mute, and still must sleep profound;
No voice is hush’d—no life treads silently,
But clouds and cloudy shadows wander free,
That never spoke, over the idle ground:
But in green ruins, in the desolate walls
Of antique palaces, where Man hath been,
Though the dun fox, or wild hyena, calls,
And owls, that flit continually between,
Shriek to the echo, and the low winds moan,
There the true Silence is, self-conscious and alone.



Sonnet - Silence - Thomas Hood - Tradução em Português


Há um silêncio onde não tem som,
    Há um silêncio onde nenhum som pode ser,
    No túmulo frio - no fundo do mar profundo,
Ou no amplo deserto onde nenhuma vida é encontrada,
O que foi mudo, e ainda deve durar profundamente;
    Nenhuma voz é silenciosa - nenhuma vida anda em silêncio,
    Mas as nuvens e as sombras negras se desviam,
Isso nunca falou, no chão ocioso:
Mas em ruínas verdes, nas paredes desoladas
    De palácios antigos, onde o homem tem sido,
Embora a raposa dun, ou a hiena selvagem, chame,
    E corujas, que flit continuamente entre,
Shriek para o eco, e os ventos baixos gemem,
O verdadeiro Silêncio é autoconsciente e sozinho.



Sonnet - Silence - Thomas Hood - La traducción en español


Hay un silencio donde no ha habido sonido,
    Hay un silencio donde no puede haber sonido,
    En la fria tumba, bajo el profundo mar profundo,
O en el ancho desierto donde no se encuentra la vida,
Que ha sido mudo, y todavía debe dormir profundo;
    No hay voz callada, ninguna vida se mueve en silencio,
    Pero las nubes y las sombras nubladas vagan libres,
Eso nunca hablaba, sobre el terreno ocioso:
Pero en ruinas verdes, en las paredes desoladas
    De palacios antiguos, donde el Hombre ha estado,
Aunque el zorro, o hiena silvestre, llama,
    Y los búhos, que flit continuamente entre,
Shriek al eco, y los vientos bajos gemir,
Allí el verdadero Silencio es, consciente de sí mismo y solo. 

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